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07/10/2011 23:32

A Sustentabilidade na Construção Civil

A construção civil é uma das atividades que mais trazem riscos ao meio ambiente. Isso se deve ao fato do grande número de recursos naturais utilizados em suas obras. Entretanto, o desenvolvimento econômico de um país depende da construção civil, sendo esta responsável pela garantia de infra-estrutura e conforto para a sociedade.

Neste contexto, surge a ideia de crescimento sustentável, que é suprir as necessidades da sociedade atual sem afetar a capacidade da próxima geração de suprir as necessidades da mesma.

A sustentabilidade hoje é um tema bastante difundido nas escolas e academias do mundo todo. Entretanto, não se admite a sustentabilidade apenas como fator de manutenção da sobrevivência, mas como oportunidade de melhorar a qualidade de vida.

Partindo dessa ideologia, conquistamos qualidades na construção civil como aquecedor solar para piscinas e chuveiros, agregados sustentáveis, blocos reciclados entre outros produtos de ótima qualidade e que vem ganhando campo no mercado da construção civil.

Portanto, a sustentabilidade pode garantir o desenvolvimento dos produtos da construção civil e proporcionar a vocês, clientes, a garantia de conforto e satisfação.

 

Matheus Borges

Diretor de Projetos 

 

19/07/2011 13:31

Metro quadrado na construção civil já custa em média R$ 795 no país

 

O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, registrou variação de 0,60% em junho, bem abaixo da taxa de 1,50% em maio. Em junho de 2010 o índice foi de 0,66%.

Desde janeiro, os cálculos do IBGE para compor o índice nacional seguem nova estrutura de ponderação. A variável ponderadora passa a ser a variação no número de domicílios urbanos com banheiro de cada unidade da federação. “A quantidade de domicílios constitui-se em variável adequada por refletir a realidade da dinâmica do setor habitacional do país”, afirma o instituto.

As variações mensais dos últimos seis meses:

• Janeiro: 0,27%
• Fevereiro: 0,39%
• Março: 0,52%
• Abril: 0,48%
• Maio: 1,50%
• Junho: 0,60%

O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 790,90 em maio para R$ 795,64 em maio, dos quais R$ 440,81 são relativos a materiais e R$ 354,83 à mão-de-obra.  A parcela dos materiais variou 0,17%, contra 0,07% em maio; já a mão de obra desacelerou fortemente, de 3,37% em maio para 1,14% em junho.

Pressionada por reajuste salarial no Mato Grosso, a região Centro-Oeste ficou com a maior taxa regional em junho. A variação do custo da construção por região, em junho, em relação a maio:

• Centro-Oeste: 1,73% (R$ 798,12 o metro quadrado, em média)
• Sul: 1,31% (R$ 778,48)
• Nordeste: 0,48% (R$ 754,27)
• Sudeste: 0,30% (R$ 836,29)
• Norte: 0,19% (R$ 790,10)

Devido à pressão por reajuste de salários decorrente de acordo coletivo, o Mato Grosso apresentou maior índice do mês, 5,26%, puxando para cima o resultado geral do Centro-Oeste.

E agora são onze os estados com metro quadrado acima de 800 reais: Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Tocantins, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. E apenas um com o metro quadrado abaixo de 700 reais: Rio Grande do Norte.

A lista de preços do metro quadrado por estado, do mais barato para o mais caro:

• Rio Grande do Norte: R$ 699,89 (+0,07% em relação a maio)
• Espírito Santo: R$ 702,89 (+2,51%)
• Pernambuco: R$ 725,23 (+0,24%)
• Sergipe: R$ 727,21 (+0,41%)
• Amapá: R$ 732,89 (+0,08%)
• Piauí: R$ 735,80 (+0,14%)
• Ceará: R$ 743,56 (+0,05%)
• Minas Gerais: R$ 750,92 (+0,10%)
• Rio Grande do Sul: R$ 770,80 (+3,83%)
• Alagoas: R$ 771,81 (+2,54%)
• Bahia: R$ 762,84 (+0,19%)
• Pará: R$ 762,93 (+0,16%)
• Paraíba: R$ 764,58 (+0,19%)
• Goiás: R$ 768,65 (+0,24%)
• Paraná: R$ 774,47 (+0,51%)
• Santa Catarina: R$ 793,46 (+0,22%)
• Brasil: R$ 795,64 (+0,60%)
• Mato Grosso do Sul: R$ 800,45 (+0,60%)
• Mato Grosso: R$ 803,68 (+5,26%)
• Tocantins: R$ 804,54 (+0,40%)
• Maranhão: R$ 807,61 (+1,51%)
• Amazonas: R$ 816,33 (+0,29%)
• Rondônia: R$ 822,72 (+0,36%)
• Distrito Federal: R$ 830,30 (+0,06%)
• Acre: R$ 841,08 (+0,43%)
• Roraima: R$ 847,90 (0,01%)
• São Paulo: R$ 873,27 (+0,35%)
• Rio de Janeiro: R$ 898,87 (+0,05%)  

 

Fonte: CidadeBiz

https://cidadebiz.ig.com.br/conteudo_detalhes.asp?id=56683

06/07/2011 12:54

Matheus Borges Engenharia de Projetos

Satifação, Qualidade, Economia e Conforto.

Estas marcas diferenciam nossa equipe de projetos. Faça conosco o seu projeto, tenha em mãos a garantia de um serviço que tem tudo o que a sua construção precisa.

15/06/2011 15:18

Parque Viver - Montes Claros

Está sendo lançado o Parque Viver em Montes Claros, Minas Gerais, em um dos recentes empreendimentos surgidos na cidade. Com o diferencial de apresentar todos os quesitos urbanísticos projetados, o Residencial Parque Viver tem como realizadora a Scopel. As vendas ficaram por conta da incorporado Lopes.

Diferenciais:

  • Rede de Esgoto
  • Pavimentação
  • Drenagem Pluvial
  • Energia Elétrica
  • Água
  • Guias e Sarjetas

Os lotes deste novo empreendimento tem 180 m².

Para maiores informações clique aqui.

Visite o site do empreendimento:

www.residencialparqueviver.com.br

FONTE: Scopel Desenvolvimento Urbano

Estas informações é apenas como notícia, não tendo assim por parte da Matheus Borges Engenharia de Projetos, vínculo com a Lopes e a Scopel.

A Matheus Borges Engenharia de Projetos apenas divulga aos clientes e leitores o lançamento, sem qualquer lucro ou vantagem nesse ato.

31/05/2011 15:56

Minha Casa Minha Vida

 

minha casa minha vida

O grande projeto MINHA CASA MINHA VIDA (MCMV) tem como foco as famílias que possuem renda de zero à três salários mínimos. O programa Minha Casa Minha Vida teve seu lançamento dia 25 de Março de 2009, mas começou efetivamente em 13 de abril.O Governo visa construir um milhão de casas para famílias que recebem até dez salários mínimos. Sendo que com essa faixa salarial, a prestação minima é de R$50, e o valor máximo que poderá comprometer o orçamento fica em torno de 10% em um prazo de 10 anos. A Caixa não teve acesso aos cadastros minha casa minha vida realizados pelo governo e prefeitura. Os mesmos só serão usados dois meses antes da entrega dos empreendimentos contratados pelo programa.

São 400 mil casas minha casa minha vida que beneficiaram aqueles que recebem de zero a três salários mínimos, outras 400 mil para quem tem renda de até seis salários mínimos e 200 mil casas para os que possuem uma remuneração de seis a dez salários mínimos.

Para quem tem uma faixa salarial inferior, o governo pretende contribuir até R$16 bilhões para subsidiar a construção das casas do programa Minha Casa Minha Vida e terá um fundo para inadimplências.

Objetivo do Minha Casa Minha Vida – Um novo programa na área de habitação do Governo Federal. O Minha Casa Minha Vida visa beneficiar diversas famílias de baixa renda do Brasil à conseguir realizar o sonho de ter a casa própria – minha casa, que muitas vezes é um sonho de uma vida inteira. O projeto tem com objetivo famílias com renda até 10 salários minímos, e as inscrições começam a partir do dia 13 de abril. O cadastro no programa habitacional… para pessoas que ganham acima de três salários minímos, poderão realizar o cadastro no site da Caixa Ecônomica Federal (https://www.caixa.gov.br/) ou na ADH.

Para maiores informações clique aqui:

Fonte: www.vaicomtudo.com

25/05/2011 09:02

Cadista - Revista Téchne

Fruto do advento da tecnologia, o cadista é uma profissão em crescimento e transformação na cadeia da construção civil. Esse profissional surgiu quando os softwares CAD (Computer Aided Design ou, em tradução literal, Desenho Auxiliado por Computador) foram disseminados para as pequenas e médias empresas, bem como para os escritórios de projetos e construtoras brasileiras. No início da implementação dessa tecnologia, arquitetos e engenheiros, em meio a suas funções do cotidiano, resistiram a aprender a desenhar com outros meios, subdelegando a função de passar um projeto do papel para o computador para os cadistas.

Croqui Residência Unifamiliar Montes Claros

"Este profissional veio, na verdade, substituir o antigo Desenhista Copista que até o surgimento da era do computador passava a limpo (com nanquim e canetas técnicas) as ideias dos arquitetos, que não tinham tempo para finalizar seus projetos. Hoje, este trabalho continua a ser rea­lizado da mesma forma. Porém, de maneira bem mais ágil e com possibilidades de correções imediatas e cópias bem mais perfeitas, graças a programas CAD", afirma Laerte Galesso, diretor geral da Abra (Academia Brasileira de Arte), que oferece cursos nessa área.

Na prática, o cadista é a pessoa responsável por desenhar ou fazer o projeto em um software CAD, conforme as especificações do projetista ou engenheiro. Ele pode, entre outras atividades, elaborar desenho de plantas, cortes e fachadas, inserir propriedades nos objetos (cores, camadas e espessuras), criar e aplicar cotas e desenvolver projeto para aprovação em prefeitura e até mesmo desenhos cartográficos.

Porém, muito mais do que passar um projeto do papel para o computador, como era feito antes, hoje um bom cadista deve saber interpretar os mais variados tipos de desenho. "Uma das dificuldades encontradas no mercado de trabalho são pessoas que conseguem operar com muita facilidade o software, mas que não entendem nada ligado à construção civil e propriedades como elétrica e hidráulica, que são fundamentais para a profissão. Se a pessoa quer evoluir dentro de uma empresa, conhecimentos de engenharia e arquitetura são indispensáveis", opina Wallace Cosaquevite, cadista na área de topografia e instrutor de AutoCAD no Rio de Janeiro.

Com isso, recomenda-se que esses profissionais façam não só cursos de softwares CAD, como também técnico em edificações ou até mesmo graduação em engenharia civil ou arquitetura, tendo condições de subir de posto para projetista, entendendo as necessidades do engenheiro e do projeto que estará trabalhando.

Por ser uma profissão da tecnologia, treinar e dominar o software também são essenciais para os cadistas. Vale lembrar que existem diversos programas nas mais diferentes disciplinas de projeto. Portanto, cabe ao profissional escolher se executará projetos de vários tipos ou se vai se especializar em uma determinada área, como instalações elétricas e hidráulicas.

Em todas as disciplinas, no entanto, um bom cadista deve sempre estar atualizado com as novas tecnologias que vão agilizar ainda mais o seu trabalho. Por ser uma profissão aliada à tecnologia, as evoluções dos softwares são constantes e é preciso acompanhá-las para não ficar fora do mercado de trabalho. "Tem que se atualizar, porque a cada dia que passa as oportunidades estão surgindo e faltam profissionais no mercado justamente por conta da desatualização. Com o CAD cada dia é uma novidade", conta Wallace Cosaquevite. Para acompanhar a evolução, existem cursos dos fabricantes de softwares, aulas a distância, livros e até mesmo bons fóruns de dúvidas na internet.

Leia o artigo completo

Fonte:

Ana Paula Rocha

Revista Téchne

23/05/2011 09:22

Lançamento do Site

Neste dia 23 de Maio de 2011, estaremos laçando o matheusborges.net, para melhor atender aos clientes antigos e conquistar novos, para continuarmos crescendo.

Já estamos lançando o site com os produtos:

-Projeto Arquitetônico

-Planta Humanizada

-Maquete 3D

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Matheus Borges

 

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Contato

Matheus Borges Engenharia de Projetos Alameda Santa Lucia, 222, Santa Lucia, Montes Claros, MG (38) 9160 - 0805